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.: O blog :.
Costumo publicar textos às terças e sextas pela manhã.
Mas entro todo dia pra ler os comentários.
Alguma dúvida??? É melhor porque é proibido!!! Aqui, eu conto histórias
eróticas, sensuais e engraçadas... todas verdadeiras. Mas também
levanto questões sobre relacionamento, casamento e felicidade.
Quem tiver problemas dessa natureza, junte-se a nós. Quem não tem,
anote o endereço porque mais
tarde vai precisar.
Este blog é um álbum da minha vida. Relato fatos de todos os tempos.
Exponho meus sentimentos. Anuncio meus sonhos. Brigo contra o que não
gosto. Exploro muito o lado masculino nos relacionamentos.
Nome: Proibido
Idade: Dez/68
Cidade: De SSA, em BSB
E-mail:
proibidomelhor@yahoo.com.br
Gosto de: Viver intensamente
Odeio: Fracos e idiotas
Tristeza: Viver longe das filhas
.: Sobre mim :.
Todas as segundas-feiras, publico textos no Blog Temático.
Separado, depois de 10 anos de casado mais 7 entre namoro e noivado,
duas filhas, uma ex-amante
que me fez muito feliz por quase um ano, até termos sido descobertos.
Hoje, vivo a liberdade que almejava há muitos anos, morando só,
seguindo minhas próprias regras, limites e horários, conhecendo pessoas
maravilhosas, mas também pessoas que não valem a pena, curtindo todos
os shows que me interessam... enfim, estou VIVENDO de novo.
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Sexta-feira, Outubro 27, 2006
Do perfeito ao simples
Eu a havia conhecido numa boate em Goiânia. Eu estava com vários amigos, ocupando um espaço tipo camarote, tomando whisky. Eram 3 amigas, se aproximaram e perguntaram se podiam sentar no "nosso" sofá. Os caçadores logo se animaram. "É óbvio que sim!". Três lindas mulheres, com ar bastante receptivo. Uma tinha uns 24 anos; a outra 28 e a mais velha 31. Tão logo se sentaram, me aproximei da mais velha, que, muito embora não fosse do padrão que eu gosto, parecia mais acessível. Muito gente boa, mas... casada... e não traía. Os caras logo atacaram as outras duas. Um pegou logo a mais nova. A do meio dispensou dois. Então, me aproximei e começamos a conversar. Eis que descobri que as três eram casadas. Minha pergunta foi direta: "Cadê os maridos?". "Estão nos botecos tomando umas, enquanto estamos num chá de cozinha". Bando de cara de pau... às 2 da matina.
Bom, não rolou mais nada com ninguém. Só que eu fiquei amiguinho da de 28. Aliás, taí uma coisa que só se aprende com a idade... investir no futuro é mais producente do que investir pra retorno imediato. Trocamos telefone e passamos meses nos falando, pelo menos, três vezes por semana. Ela me explicou que coabitava com o tal marido, mas, na verdade, estavam separados. Tanto era que eu podia ligar a qualquer hora, sem problema.
Várias vezes, a convidei pra vir passar um fim de semana comigo. Três meses depois, ela veio. São apenas 200km daqui. Fui buscá-la na rodoviária. Lá vinha ela... que mulher linda da porra!!! E que corpo!!! Que boca!!! Que cabelos!!! Eu não me lembrava dela em detalhes até revê-la. Era meio dia. Fomos a um restaurante almoçar e tomar um chopp. Em poucos minutos de conversa, já nos beijávamos. O beijo era delicioso demais!!! Eu estava achando tudo muito perfeito. Logo, um colega baiano me ligou convidando pra um almoço com vários baianos. É sempre muita farra, muita cantoria e barulho nesses almoços. Expliquei pra ela como era o esquema, sem me mostrar muito interessado em ir. Ela insistiu para que fóssemos, pois adora essas bagunças.
Chegamos lá naquela barulheira ao som do Chicretão. Todos pararam pra vê-la. Em minutos, ela já estava enturmada, tomando até pinga. Um a um vinha me perguntar como eu havia conseguido uma gata daquela. Eu estava todo orgulhoso, claro, e cada vez com mais tesão.
No fim da tarde, fomos pro meu ap. Tudo começou perfeito. Fim do corredor, mão esquerda na parede apertando-a, com uma barra de chocolate na mão, eu mordia um pedacinho, mastigava e a beijava, me esfregando por baixo. Estávamos altamente sintonizados. Esta cena durou vários minutos. No final, eu já a pegava de jeito, apertava contra meu corpo.
Chegara a hora tão esperada. Fomos ao sofá da sala de TV e som. Beijando, fui tirando sua roupa, peça por peça. Seios lindos, pele super macia bem branquinha, sem sequer uma marquinha de sol. Eu não acreditava o quanto aquilo estava melhor do que eu esperava. Assim que comecei a chupá-la, eu sentado no chão e ela sentada no sofá, ela travou. É, galera... travou geral!!! Eu pensava: "Como assim 'peraumpouco'?". Porra, tava tudo tão gostoso. Eu sou muito paciente nesses momentos... já havia passado por isso outras vezes. Ela pediu algo pra beber. Tomamos vinho, deitados na rede. Pouco mais tarde, ela até se animou... mas aí é minha vez de bloquear. Eu simplesmente não funciono se não sentir reciprocidade de desejo. Falei que ela não tinha que transar comigo, que só queria se ela realmente quisesse.
Paramos tudo e fomos ouvir CDs. Ela adorou meu jeito eclético para música. Eu dei uma cochilada. Mais tarde, jantamos e resolvemos ir a uma boate. Lá, parecíamos um casal apaixonado, cheios de fogo e desejo. Assim que chegamos em casa, ela resolveu me procurar na cama. Não fiz cerimônia, naturalmente, mas eu não estava a 40% do fogo que estava no final daquela tarde. Enfim, transamos e pronto. Nada demais! Meti, esperei, gozamos, nos limpamos e fomos dormir. Na manhã seguinte, tudo como amigos. Fiz café gostoso, assistimos a uns filmes, fomos ao mercado, fiz uma moqueca de camarão gostosa, tomamos banho separados, levei-a na rodoviária e nunca mais nos vimos. Até nos falamos algumas vezes, mas nada como era antes. Simplesmente, não houve sintonia no sexo. E, quando é assim, nunca é bom pra nenhum. Mas é parte da minha história.
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O Proibido
Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Boas lembranças
Eu tinha ido passar o fim de semana em Sun City, cidade onde havia passado alguns anos a trabalho, mas que, naquela época, ia só pra farrear. Fomos eu, o Rocha e o Malignus. Esse dois haviam passado outro fim de semana lá 3 semanas antes, quando conheceram umas gatas novas. Fui animado, pois, na viagem anterior, uma amiguinha das gatas ficou sobrando... e era igualmente gata. Pensei: tá na mão.
Logo nos encontramos e saímos os seis. Fiquei animadaço e super empolgado com a amiguinha. Só que caí do cavalo, pois ela estava, desde a outra viagem, interessada no Rocha. E estava disposta a tomá-lo da amiga. Mulher é raça ruim mesmo, nessas horas!!! Resultado: sobrei. Até tentei animar o Rocha a dar uns pegas na amiguinha, mas ele, mesmo achando uma idéia fabulosa, não teve oportunidade. A noite foi uma decepção. Não peguei ninguém... sequer tinha saco pra ficar de papo com a amiguinha. Mas curti muito, dançando e falando besteira.
No dia seguinte, saímos com outra galera. Novamente, sobrei. O Malignus resolveu abandonar o barco e foi buscar a gostosona dele. O Rocha encontrou uma ex-ficante. E eu... nada. Viajar pra farrear e não pegar ninguém não me incomodava, mas os dois se armarem e eu não, sim, me incomodava.
No terceiro dia, saímos com umas meninas que já havíamos pegado. Mas eu não queria repetir. Sobrei de novo. À tarde, dispensamos todas companhias e fomos tomar a saideira no boteco mais movimentado da cidade, em plena praça, debaixo de árvores... do jeito que eu adoro. O Malignus foi pro motel se despedir de sua diliça. Bar cheio. Muitas mesas só com mulheres. No final da tarde, muitas garrafas já se juntavam debaixo da nossa mesa, quando recebi um bilhete do garçom, onde estava escrito: "Se gostou, dê uma risadinha". O mensageiro não quis dizer quem mandou. Então, mais que animado, subi na mesa, sorri e fiquei rodando para todos os lados, de maneira que, com certeza, quem mandou me veria. Claro que o bar todo me olhou. Respondi no mesmo papel: "Pronto já sorri. Pra manter meu sorriso, me dê um bom motivo pra eu não voltar pra Salvador em 15 minutos". Mulher de interior adora homem da capital hehehehe... Acompanhei o mensageiro e me animei logo... ou era uma véa ou duas gatinhas que estavam na mesa. Uma das gatinhas respondeu: "Eu sou seu motivo". Yes!!! Era a resposta que eu esperava. O Rocha mal acreditava que eu pudesse marcar um golaço aos 49 do segundo tempo.
Pouco depois, fui ao banheiro e sinalizei para ela me acompanhar. Foi rapidinho, trocamos nomes e logo nos beijamos. Foi muito gostoso, até porque o tesão já estava no ar. Suas companheiras foram embora. Mais tarde, fui deixá-la em casa. Graaaaaaaaaaaandes amassos no carro. E voltei pra casa.
Esta relação nunca terminou. Sempre que eu ia a Sun City ou sempre que ela ia a Salvador, nos víamos e fazíamos amor gostoso. Esse tipo de relação é bom demais!!! Sem compromisso, sem cobrança, sem chateação... e sem pudor algum.
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O Proibido
Terça-feira, Outubro 10, 2006
Agora, a bonança
Sempre aprendi que depois de um período turbulento e com muita pressão vem a bonança. E assim está sendo.
Na sexta passada, viajei de carro pra curtir a festa de aniversário das minhas filhas... fizemos um festão pra as duas, já que uma faz aniversário em setembro e outra em novembro. Foi tudo muito lindo e perfeito. Pude conhecer suas coleguinhas e alguns pais... conheci, inclusive, alguns amigos da minha ex e seu marido. Foi muita harmonia e alegria. Nada poderia me fazer mais feliz.
No sábado, voltamos pra Brasília. Elas não terão aula esta semana, portanto ficam comigo. Estamos curtindo muito. Difícil está sendo ir trabalhar...estudar também... semana que vem, terei que tirar o atraso. Temos passeado e comido tudo que faço e tudo que a cidade oferece de gostoso. É carinho e amor demais de pai prafilhas e vice-versa.
Falando em trabalho, o meu continua uma merda. Mas propostas interessantes têm surgido. Isso é deveras confortante.
Agora é respirar e curtir cada minuto de felicidade.
Desejo a todos o mesmo que estou sentindo neste momento.
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O Proibido
Terça-feira, Outubro 03, 2006
É pressão demais!!!
Venho passando semanas de muita pressão. Algumas são externas, mas a maioria provém de mim mesmo. Eu e essa minha mania de me pôr no lugar dos outros... sei que acabo fazendo o bem, mas me desgasto demais.
Há algumas semanas, comentei sobre o filme do avião do 11 de setembro e o quanto sofri pelas pessoas que ali estavam. Sofri porque sei que foi fato real. Imaginem agora o quanto sofri ao receber a notícia da tragédia da Gol. Eu estava num barzinho, comemorando a saída de um amigo do trabalho que foi pra um emprego muuuuuuuuito melhor. Minha irmã ligou perguntando se eu sabia de algo. Já tinha tomado perto de 10 chopps... a cachaça passou na hora. Fiquei acabado por dentro, só por imaginar a situação. Pouco depois, paguei minha parte da conta e vim pra casa monitorar a Band News. Amarguei a sensação de desespero daquelas pessoas muito mais do que senti com o filme, pois se trata de uma companhia em plena ascensão, na qual eu confio plenamente, entregando minha vida e a vida das minhas filhas, quando viajam sozinhas. E eram pessoas nossas, próximas, cada uma com sua história escrita e com expectativa de muitos capítulos a se seguir. Estar ali naquela situação é uma possibilidade e não é tão remota assim.
Sofri com a perda do filho por parte dos meus amigos. Por falar neles, estão se recuperando super bem. Ela é de uma força espiritual de dar inveja a qualquer um. Ele sempre foi cabeça boa. Ambos optaram por afundar até o ralo e estão emergindo com força total.
Semana passada, tive que ouvir calado o que quase aconteceu às minhas filhas. Numa tentativa frustrada de assalto ao padrasto, uma bala alvejou a parede da garagem da casa deles, a pouco mais de um metro da porta, enquanto elas a abriam. Só fiquei sabendo uma semana depois. Imaginem tudo que se passou por minha cabeça que não pára de pensar um só instante.
Ainda na semana passada, fui fortemente ameaçado de demissão. Não cabe contar tudo aqui, mas imaginem que a empresa pública pra a qual eu presto serviço OBRIGOU os funcionários a fazer campanha para o irmão do presidente. Eu estava tentando resolver um problema há 48 horas, mas não havia técnico para me atender. Pedi que o meu cliente entrasse em contato com o responsável daquela empresa pública e, posteriormente, fui acusado de trair minha empresa, de "entregar o ouro ao bandido", como eles me acusaram... como se o cliente não soubesse o que estava acontecendo naquela corja. Enquanto todos estavam bandeirando ou panfletando e recebendo o salário autorizado pelo governo, eu tentava trabalhar e quase fui punido com a perda do meu emprego. É o Brasil!!!
A pressão foi grande demais. Diretamente, nada me atingiu. Mas eu carreguei o peso da tristeza, decepção, preocupação intensa e raiva ao longo da semana e precisava descarregá-lo. E o fiz através da igreja. Todos aqui sabem que não sou de freqüentar missas ou cultos, pois acho tudo muito repetitivo e monótono... mas, dessa vez, eu apelei... e fui me ajoelhar e agradecer a Deus pelo tanto de proteção que Ele concede a mim e aos meus próximos. Saí de lá leve.
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O Proibido