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.: O blog :.
Costumo publicar textos às terças e sextas pela manhã.
Mas entro todo dia pra ler os comentários.
Alguma dúvida??? É melhor porque é proibido!!! Aqui, eu conto histórias
eróticas, sensuais e engraçadas... todas verdadeiras. Mas também
levanto questões sobre relacionamento, casamento e felicidade.
Quem tiver problemas dessa natureza, junte-se a nós. Quem não tem,
anote o endereço porque mais
tarde vai precisar.
Este blog é um álbum da minha vida. Relato fatos de todos os tempos.
Exponho meus sentimentos. Anuncio meus sonhos. Brigo contra o que não
gosto. Exploro muito o lado masculino nos relacionamentos.
Nome: Proibido
Idade: Dez/68
Cidade: De SSA, em BSB
E-mail:
proibidomelhor@yahoo.com.br
Gosto de: Viver intensamente
Odeio: Fracos e idiotas
Tristeza: Viver longe das filhas
.: Sobre mim :.
Todas as segundas-feiras, publico textos no Blog Temático.
Separado, depois de 10 anos de casado mais 7 entre namoro e noivado,
duas filhas, uma ex-amante
que me fez muito feliz por quase um ano, até termos sido descobertos.
Hoje, vivo a liberdade que almejava há muitos anos, morando só,
seguindo minhas próprias regras, limites e horários, conhecendo pessoas
maravilhosas, mas também pessoas que não valem a pena, curtindo todos
os shows que me interessam... enfim, estou VIVENDO de novo.
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Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007
O preço da responsabilidade
Quantas pessoas aqui já se arrependeram de ter assumido tanta responsabilidade? Quantas vezes assumimos mais do que podemos ou assumimos algo que sequer nos compete? Tudo em prol da auto-realização, do reconhecimento... do senso de responsabilidade. E qual o resultado quando não dá certo? Aliás, responsabilidade em excesso raramente dá certo, não é verdade? Qual a sensação que temos? Frustração, tristeza, desolação, derrota... é uma merda mesmo!!!
O que bem ouço na minha vida é sobre pais que, ao se separarem, praticamente abandonam os filhos por causa da mulher. Restringem-se a mandar dinheiro e ligar de vez em quando. Infelizmente, isso é muito mais normal do que se possa imaginar. É muito raro um pai assumir, sem uma mulher, a criação dos filhos... principalmente, quando se trata de meninas. Bem, esse tipo de responsabilidade não seria difícil, muito menos seria um fardo pra mim. Pra falar a verdade, tê-las e cria-las é o que mais almejo nessa vida... mais até do que passar num bom concurso. Claro que uma mulher do lado soma bastante. Mas, mesmo sozinho, eu daria conta e faria minhas filhas muito felizes.
O assunto que eu queria abordar sobre responsabilidade é outro: é responsabilidade no trabalho. Fiquei 45 dias desempregado. A bosta de empresa me pediu pra voltar. Aceitei e tive um início perfeito, pois pus na minha cabeça o seguinte: não adianta me cobrarem mais do que está ao meu alcance; não adianta mostrarem desespero; nem venham me pressionando, pois mostrarei quem, de fato, deve ser pressionado; e, por último e mais importante, OS PROBLEMAS QUE EXISTEM NA EMPRESA NÃO SÃO MEUS, estou ali para ajudar a resolvê-los, mas a conseqüência pelo insucesso não é minha, não sou eu quem pagará multa pelo não cumprimento de prazo, não sou eu quem poderá perder um contrato.
Enquanto eu pensava dessa maneira, consegui ser feliz no trabalho. Separei muito bem as responsabilidades das obrigações. No entanto, ultimamente, tem sido um bombardeio de cobranças. A equipe, antes, tinha 4 profissionais que trabalhavam apertados. Agora, só tem eu. Querem saber? Vão se lascar!!! Por causa dessas dores de cabeça, deixei de me classificar melhor num concurso que fiz há algumas semanas. Aí vem a dúvida: será que eu poderia ter passado se estivesse em casa estudando, sem me envolver em problemas alheios, sem ter novas preocupações e com muito mais tempo? Certamente, sim!!! O problema é que não estou conseguindo virar a chave e voltar a me comportar da maneira que escrevi acima... e só estou perdendo com isso.
Agora, volto à velha dúvida: paro ou continuo? É confortável ter grana no fim do mês; é triste ter que vender bens pra pagar as contas; é aliviante não ter chefe nem assumir problemas que não são meus. Oh, céus... oh, dúvida!!! A solução está nas minhas mãos... ou melhor, na minha cabeça. Basta eu voltar a me comportar com mais racionalidade e menos emoção.
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O Proibido
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Resquícios de uma relação
Namorei e noivei por 7 anos e passei 10 casado. Porra, 17 anos é uma vida!!! Acostumamo-nos às manias do cônjuge, mesmo não gostamos delas. Tentamos impor nossas manias, alegando as coisas que aceitamos, mesmo sem nossa concordância. E assim é feita uma relação entre homem e mulher. Ambos abrem mão de algo que gostam ou preferem em prol da paz a dois.
Quando me separei, há dois anos (é!!! Já se foram dois anos, galera!!! Em breve, estarei me divorciando!!!), me enfiei na vida profana. Depois de uns meses, vi o quanto sustentar o glamour e a auto-satisfação era caro. E fui diminuindo... e passei a considerar a hipótese de ter uma namorada de novo... de recomeçar uma relação a dois. Então, comecei com minhas exigências. No início, eu sabia exatamente o que eu não queria... mas não tinha certeza do que eu queria. De uma maneira generalista, eu não queria mulher com manias, como minha ex, fútil, ciumenta, lerda, controladora, como ela. Quanto mais gente eu conhecia, mais eu via o quanto estava longe de conhecer alguém dentro das minhas exigências, pois poucas qualidades e novos defeitos eu descobria.
Hoje, vivo uma relação absolutamente estável, mas não consigo me livrar de fantasmas do passado. Quando certas coisas acontecem, fico logo imaginando que a Encantada possa desconfiar de algo... a ex era assim. Vejam exemplos:
1) Quando recebo ligação errada, a cobrar ou não completada no celular de um número estranho;
2) Quando preciso resolver algo até mais tarde no trabalho e não aviso que chegarei mais tarde;
3) Quando digo que vou sair com amigos pra tomar umas sozinho;
4) Quando chega a fatura do cartão de crédito;
5) Quando comento algo sobre alguma amiga;
6) Quando falo em viajar sem ela.
Enfim, estas são situações que eu me sinto um pouco incomodado, pois sinto que preciso fazer ou dizer algo que tranqüilize, que prove que eu não estava fazendo nada errado. No entanto, nunca fui cobrado por nada disso, mas me sinto estranho.
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O Proibido