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.: O blog :.
Costumo publicar textos às terças e sextas pela manhã.
Mas entro todo dia pra ler os comentários.
Alguma dúvida??? É melhor porque é proibido!!! Aqui, eu conto histórias
eróticas, sensuais e engraçadas... todas verdadeiras. Mas também
levanto questões sobre relacionamento, casamento e felicidade.
Quem tiver problemas dessa natureza, junte-se a nós. Quem não tem,
anote o endereço porque mais
tarde vai precisar.
Este blog é um álbum da minha vida. Relato fatos de todos os tempos.
Exponho meus sentimentos. Anuncio meus sonhos. Brigo contra o que não
gosto. Exploro muito o lado masculino nos relacionamentos.
Nome: Proibido
Idade: Dez/68
Cidade: De SSA, em BSB
E-mail:
proibidomelhor@yahoo.com.br
Gosto de: Viver intensamente
Odeio: Fracos e idiotas
Tristeza: Viver longe das filhas
.: Sobre mim :.
Todas as segundas-feiras, publico textos no Blog Temático.
Separado, depois de 10 anos de casado mais 7 entre namoro e noivado,
duas filhas, uma ex-amante
que me fez muito feliz por quase um ano, até termos sido descobertos.
Hoje, vivo a liberdade que almejava há muitos anos, morando só,
seguindo minhas próprias regras, limites e horários, conhecendo pessoas
maravilhosas, mas também pessoas que não valem a pena, curtindo todos
os shows que me interessam... enfim, estou VIVENDO de novo.
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Segunda-feira, Julho 30, 2007
Santa ou Demônio?
Um colega havia viajado ao interior quando nos ligou avisando que estava acontecendo festa de padroeiro naquela cidade e que havia muita gata sobrando. Rapidamente, eu e meu eterno parceiro Rocha, inventamos uma desculpa para as respectivas e seguimos de carro noite adentro.
Chegando lá, começamos a tomar logo algumas para aquecer as turbinas e seguimos para a festa. O colega que lá estava, o Fúria, descreveu a gata que ele havia pegado na noite anterior e contou sobre suas amigas: Adriana e Santa. Pensei comigo: Santa? Será nome, apelido ou algum tipo de referência? Se for referência, será que é uma referência séria ou é sacanagem, tipo o inverso da referência? Logo, a gata dele chegou (era gata mesmo) e fomos encontrar as amigas.
Meu amigo Rocha rapidamente se aproximou da Adriana e acabou pegando-a mais tarde. A Santa era muito exótica: bocão massa, artificialmente aloirada (levemente... afinal, não existe loira natural no Brasil), alta (da minha altura... pra mulher, é alta), olhos naturalmente azuis e grandes, magra, bundinha legal, peitinho massa, bem arrumada... pensei: é tu mermo!!! E passamos a noite curtindo a festa, no agarramento... os três casais. O beijo dela era legal, mas a língua era enorme... quase me engasgava... eu tinha que beijar meio que afastado da sua boca. No fim da noite, tentamos arrastar as três para o hotel, mas a Adriana refugou... então, nenhuma foi. Mulher é uma porra mesmo!!! Quando uma não quer, três não dão.
No dia seguinte, retornamos à rotina. Aproximadamente, um mês depois, a Adriana e a Santa foram passar uns dias na capital e nos ligaram. Saímos os dois casais juntos na quinta e curtimos um show maneiro de pop rock. Como acabou tarde e eu tinha que voltar pra casa (afinal, era casado e elas ainda não sabiam), marcamos de sair na sexta de novo. Haja criatividade pra inventar desculpa em casa!!!
Na sexta, o Rocha não quis sair porque, na noite anterior, a Adriana dormiu na casa dele mas não liberou e isso o deixou zangado. Depois eu fiquei sabendo o motivo e dei razão à moça: ele não tinha camisinha e não quis sair pra comprar... é um irresponsável!!! Eu levei uma hora inteira rodando de carro com as duas até conseguir me livrar ad Adriana. Finalmente fomos a um motel. Só que as coisas não saíram conforme planejado.
Tomamos um vinho, clima legal, pegação, beijos, amassos... calcinha cheia de carne quente, pensei... massa!!! Quando resolvi experimentar, não achava o caminho... era pele demais sobrando... chegava a ser nojento... mas era demais mesmo. Aquilo não eram grandes lábios... eram enormes, gigantes lábios. Pulei logo para a parte que interessava e... quem disse que entrava? Na verdade, entrava, mas eu não sentia. É que as beiçolas de baixo eram tão grandes que acompanhavam o pobre do pinto até lá dentro e o acompanhavam de volta pra fora, formando uma camada sem tato... o pobrezinho ansioso não sentia o calor nem o molhado da perseguida da mulher. Não havia atrito algum... eu não conseguia sentir nada além de frustração. Fui ficando nervoso e suando muito... até a porra do ar condicionado não ajudava... e ainda tinha o relógio contra mim.
Por fim, já impaciente com aquele açougue de pelanca, resolvi me deitar e pedi que ela se posicionasse sobre mim. Tinha que ser vagarosamente, enquanto eu segurava a pele dos dois lados com os dedos e, finalmente, encontrava o caminho do vulcão. Daí em diante foi normal... mas foi só umazinha mesmo... e nunca mais!!! Era trabalho demais pra ter um prazer normal.
Se aquilo era uma santa, só podia ser Nás... Santa-Nás!!! Ah... até hoje não sei o por quê do seu nome.
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O Proibido
Segunda-feira, Julho 23, 2007
Serviço bem feito
Há duas semanas, quando minhas filhas embarcaram pra cá, o vôo atrasou 4 minutos. Precisão absoluta!!! Ontem foi o dia de elas retornarem. Ao longo da semana, imediatamente após aquela tragédia com o vôo da TAM, que me tirou o sono e me deixou arrasado, comecei a conversar sobre o retorno delas. Afinal, elas têm que fazer conexão em Congonhas e podiam estar assustadas. Conversamos todos os dias; falei que tinha parado de chover lá, que quando ocorre um acidente assim raramente acontece um outro tão perto, pois as pessoas envolvidas ficam mais cuidadosas, mostrei que o que houve foi, aparentemente, falha mecânica ou falha humana e não um problema do aeroporto... enfim, mostrei a realidade a elas, sem falsa ilusão. Pra relaxar, disse-lhes que elas não precisavam se preocupar porque, caso acontecesse outra tragédia, elas nem sentiriam nada... eu e todos os outros que as amam é que ficaríamos sofrendo aqui. A mãe é que parecia uma neurótica ao telefone todos os dias.
Ontem, assisti aos noticiários o dia todo. Estava tudo normal até aquela merda no CINDACTA-4, no Amazonas, no dia anterior. O caos aéreo parecia voltar a assombrar. Acompanhei, pelo site da INFRAERO, os horários dos vôos e vi que o primeiro já estava 2h atrasado.
No momento do embarque, conversei com o pessoal da GOL sobre elas viajarem sozinhas, pois poderiam perder o último vôo para a cidade onde elas moram. Alertei do risco de elas terem que passar a noite em Sampa e que isso ocasionaria altos custos à companhia. Na verdade, eu lhes dei toda a oportunidade pra me dizerem que seria melhor deixar pra o dia seguinte, sem que eu tivesse que pagar nada adicional, claro. Eles insistiram que não haveria qualquer problema. Se eu fosse alguém com poder decisório na Empresa, cancelaria o embarque de todas crianças desacompanhadas, pois, além da hospedagem, eles têm que imobilizar um funcionário para acompanhá-las o tempo todo.
Foi exatamente o que aconteceu. Às 2:00h, depois de 2h esperando em Guarulhos (e não em Congonhas, como previsto), ao nos falarmos pela 5ª vez, elas disseram que o vôo fora cancelado. Os responsáveis sugeriram levá-las de táxi até o destino final, que fica a uns 400Km de lá. Claro que não aceitei, pois não poria a vida das minhas preciosidades nas mãos de um estranho madrugada adentro. Então, elas lancharam e foram levadas ao hotel. Nada menos que o Maksoud Plaza. Elas só chegaram lá às 4:00h, quando eu já não agüentava mais de sono... tampouco eu agüentava a mãe e seu pai me acusarem de irresponsabilidade. Eu nem discuti!!!
Minhas filhas estiveram o tempo todo tranqüilas, conscientes do problema, sem medo algum, pois foram bem preparadas para aquela possibilidade de alta probabilidade. Quando ligaram do hotel, estavam animadíssimas. Uma falava "Pai, o hotel parece um palácio!!!", enquanto a outra completava "A gente pode passar o dia todo aqui amanhã? Queria ter perdido o vôo antes pra curtir melhor o hotel".
Essas são minhas filhas, produtos da minha vontade e do meu amor, refletindo maturidade, confiança e segurança no seu comportamento, preparando-se para enfrentar um mundo longe de ser perfeito, com muita tranqüilidade... enquanto a mãe está lá se descabelando toda sem dormir. Essas meninas são o meu tesouro.
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O Proibido
Segunda-feira, Julho 16, 2007
Sinceramente...
Morar em Brasília é viver a política... ou seja, trabalhar no lixão intelectual. Como aqui, praticamente, não tem empresa privada (basicamente, são construtoras ou prestadoras de serviço... mas todas ligadas ao governo!!!), a gente é obrigado a, de alguma forma, conviver com órgãos do governo, seja ele Federal ou Distrital.
Há um ano, eu achava que aqueles que fazem concurso público eram derrotados, pessoas que desistiam da sua profissão. Hoje, olhem pra mim... to aqui me acabando de estudar pra me tornar um funcionário público. Por quê? Porque não existe mais opção no nosso país, que traga segurança. Não tenho como viver na expectativa anual de uma possível renovação de contrato para continuar faturando. Cansei!!!
A cada novo concurso, sinto que me aproximo do topo e isso me faz feliz ao saber que estou no caminho certo.
Na semana passada, assistindo ao noticiário nacional, vi o apresentador falar em projeto para fim da estabilidade no funcionalismo público. Pensei: que maravilha... finalmente esses cornos antigos vão trabalhar. Imaginei que no projeto fossem criar metas departamentais e individuais e quem não as cumprisse, dançaria. Imaginei que fossem acelerar os processos administrativos disciplinares, que é o meio legal de demitir servidores estáveis. Mas não... o que querem é deixar os que já mamam em paz e forçar que os novos concursados sejam contratados pela CLT, perdendo segurança e regalias.
Enquanto isso, o Poder Executivo vive abrindo vagas para funcionários de cargo comissionado, que, indicados pelos agentes políticos, desfrutam das regalias temporárias, ocupando as vagas das pessoas sérias que ralam pra passar num concurso.
Sinceramente, Lula, vai tomar no meio do olho do seu cu!!! (ao ritmo daquela música de internet, que todos já devem ter ouvido). Ser vaiado em cadeia internacional na abertura do Pan foi nada perto do que você merece!!!
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O Proibido
Segunda-feira, Julho 09, 2007
Em mares calmos e céu de brigadeiro
Galera linda, na semana passada, compartilhei um pouco da minmha dor e furstração com o crescimento desordenado da sociedade brasileira. Hoje, venho compartilhar a alegria que estou sentido. Minhas filhas chegaram no sábado e ficarão 2 semanas aqui comigo, durante as férias. Atrapalha meus estudos, mas nada tem preço. Estar com elas é a melhor coisa dese mundo.
Passamos a Semana Santa juntos, lá no interior de SP, onde elas moram.
No feriadão de 1º de maio, consegui ser dispensado na segunda-feira e passei quatro dias com elas lá... foi excelente!!! Eu sentia falta de passar mais tempo com elas.
No fim de semanavinte de 21 de maio, estive de novo com elas, quando fui fazer o divórcio.
Agora, um mês e meio depois, estamos juntos de novo... só que aqui, na minha casa, vivendo o meu dia-a-dia.
Eu queria que isso durasse para sempre. Estou muito feliz... elas também... a Encantada, nem se fala. Nunca vi uma relação tão natural como aquela dela e as crianças.
Em breve, trarei novas notícias boas.
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O Proibido