|

.: O blog :.
Costumo publicar textos às terças e sextas pela manhã.
Mas entro todo dia pra ler os comentários.
Alguma dúvida??? É melhor porque é proibido!!! Aqui, eu conto histórias
eróticas, sensuais e engraçadas... todas verdadeiras. Mas também
levanto questões sobre relacionamento, casamento e felicidade.
Quem tiver problemas dessa natureza, junte-se a nós. Quem não tem,
anote o endereço porque mais
tarde vai precisar.
Este blog é um álbum da minha vida. Relato fatos de todos os tempos.
Exponho meus sentimentos. Anuncio meus sonhos. Brigo contra o que não
gosto. Exploro muito o lado masculino nos relacionamentos.
Nome: Proibido
Idade: Dez/68
Cidade: De SSA, em BSB
E-mail:
proibidomelhor@yahoo.com.br
Gosto de: Viver intensamente
Odeio: Fracos e idiotas
Tristeza: Viver longe das filhas
.: Sobre mim :.
Todas as segundas-feiras, publico textos no Blog Temático.
Separado, depois de 10 anos de casado mais 7 entre namoro e noivado,
duas filhas, uma ex-amante
que me fez muito feliz por quase um ano, até termos sido descobertos.
Hoje, vivo a liberdade que almejava há muitos anos, morando só,
seguindo minhas próprias regras, limites e horários, conhecendo pessoas
maravilhosas, mas também pessoas que não valem a pena, curtindo todos
os shows que me interessam... enfim, estou VIVENDO de novo.
.: Blogs que leio :.
Nada a Dizer
Na boca do Lobo Mau
A quem possa interessar
Blog da Fulana
Sensualidade e Atualidade
Alma Transparente
Mulher de Trinta
Decifra-me ou Devoro-te
Blog da Ere
Dez em Dez
RevelAções
O Prazer de Pensar
.: Arquivos :.
Novembro-2005
Outubro-2005
Setembro-2005
Agosto-2005
Julho-2005
Junho-2005
Maio-2005
Abril-2005
Março-2005
Fevereiro-2005
Janeiro-2005
Dezembro-2004
Novembro-2004
Outubro-2004
Setembro-2004
Agosto-2004
Julho-2004
Junho-2004
Maio-2004
Abril-2004
.:
Livro de Visitas :.
.: Créditos :.
Terça-feira, Novembro 27, 2007
O "cala a boca" do Rei!
É muito raro eu publicar textos de outras pessoas, mas julgo que este, em especial, merece divulgação... simplesmente porque estou cansando de ser brasileiro.
"Todo menino passou por isso ao menos uma vez: Ter de encarar um valentão na escola. Todo mundo já foi para o recreio passando por uma odisséia mental, e a nada metafórica górgona que o aguardava era um moleque mais velho e mais forte, espancador de menores e ladrão de merenda. Todos conhecem o tipo. E todos evitavam cruzar com ele, claro. Quanto maior a distância, menor o problema. Mas alguns usavam uma tática oposta; viviam puxando o saco do sádico mirim. Eram os baba-ovos de plantão, que compravam a simpatia dele com as adulações. Quando o valentão escolhia um deles pra extravasar sua violência natural, a saída do puxa-saco agredido era fingir que tudo não passava de uma brincadeirinha do amigão. Diminuía o tempo de surra e salvava as aparências. Assim o puxa-saco continuava amiguinho do covardão e tentava fazer com que os outros acreditassem que era apenas uma travessura. E afinal, quase nem tinha doído, gente.
Semana passada Lulla riu de Hugo Chávez quando foi chamado de sheick da Amazônia e de magnata do petróleo, entre outras graves ofensas. Tudo televisionado. O riso nervoso, forçado, demonstrava claramente que Lulla tinha medo. Lulla morre de medo de Chávez, o valentão boquirroto. Lulla fez o papel de amiguinho para apanhar menos.
Lulla foi ironizado, espezinhado, humilhado pelo psicopata Hugo Chávez , na Cúpula Ibero-Americana, ocorrida no Chile. Riu, nervoso, quase histérico, para disfarçar a humilhação mundial que passava. Não só ele, mas, aos olhos do mundo, todo o Brasil foi, de novo, agredido verbalmente pelo venezuelano. O mesmo que chamou nosso Congresso de papagaio dos americanos.
O rei da Espanha não comunga com esses pensamentos. Não agiu como Lulla, fingindo que era tudo brincadeirinha do amigão do peito. Não foi fraco, não foi pusilânime. Quando o psicopata falou mal da Espanha e do ex-primeiro- ministro José Maria Aznar, chamando-o de fascista, ouviu o merecido cala-boca; rei Juan Carlos, um homem educado, piloto aposentando da Força Aérea espanhola, fidalgo que bem representa seu país, deu seu recado ao ditador. E ao mundo: chega desse imbecil. Algo que não ouviu do presidente brasileiro; Lulla perdeu uma excelente chance de mostrar que não somos idiotas, ou ao menos, que não é covarde. Estamos mal. Lulla riu (riu!) ao ouvir as ofensas ironicamente dirigidas ao Brasil e à sua triste figura, meu nobre cavaleiro Dom Quixote; digo, Sancho Pança. Moinhos que o digam. Cervantes foi honrado pelo seu rei. Fomos humilhados pelo nosso presidente, mais ainda que pelo falastrão venezuelano. É de chorar; justamente quem deveria, até pela força de seu cargo, defender o Brasil de Chávez, preferiu fingir que a pancada não doeu. Achou melhor assim. Lulla só mostra as garras com os menores, como o jornalista americano Larry Rother, que relatou as paixões etílicas do presidente e quase foi deportado pelo "crime". Com os mais parrudos, age diferente; Chegou até a ficar amicíssimo de Fernando Collor, José Sarney e Orestes Quércia, a quem antigamente chamava de ladrões.
Com Evo Morales não foi diferente. O boliviano espoliou e humilhou o Brasil invadindo militarmente a Petrobrás, com transmissão ao vivo pela TV mundial. Lulla fez que não era com ele. Como se a pedrada não tivesse atingido suas costas.
O rei espanhol provou que tudo tem limite. Fez com Chávez o que Churchill fez a Hitler em 1938: Avisou ao mundo o perigo que representa um tirano demente e armado até os dentes. Parece que Juan Carlos teve mais sucesso que o inglês em sua empreitada. O alerta foi ouvido.
A Europa cansou de Chávez. O rei disse o que muitos pensam, mas não falam. O venezuelano odeia a Espanha, um país que enriqueceu à custa de muito trabalho duro. Muito diferente da Venezuela, que empobrece a olhos vistos, não obstante as fortunas arrecadadas com a exportação de petróleo, cujos lucros vão diretamente para o ralo do populismo e da corrida armamentista.
Na escola em que o rei Juan Carlos ministra aulas, Lulla ainda está no primário. E Chávez o espera no recreio, para roubar nossa merenda."
by Fernando Montes Lopes - Advogado
Publicado por:
O Proibido
Sexta-feira, Novembro 23, 2007
Ficção e Realidade
A família da minha mãe sempre foi viciada em novelas. Quando pequenininho, lembro-me que, no interior de Pernambuco, durante as férias na casa da minha querida vozinha (que fez 91 anos anteontem e continua muito bem, firme e forte, graças a Deus), almoçávamos sempre no horário certo, pois, logo depois, ia começar a novela do rádio. Deitávamos todos no chão, comendo rapadura, e ficávamos ali, todos juntos e empilhados, viajando nos sons e nas vozes, imaginando cada cena, cada diálogo. Era interessante, tanto pela provocação pela imaginação quanto pelo fato de estarmos todos sempre juntos naquela hora todo dia.
Cresci gostando de novela, mas, claro, selecionava a que eu iria assistir. Aquela porra é viciante demais!!! Eu chegava a deixar de fazer outras coisas para assistir a elas. Quando sabia, por antecipação, que não conseguiria, programava o vídeo-cassete para gravar aquele capítulo e assistia assim que chegasse em casa.
Na verdade, eu sempre fui muito chegado à telinha e à telona. Adoro tentar entender como alguém consegue criar tramas tão bem feitas, tão surpreendentes. E, no caso das novelas, fico besta como é que o autor consegue manter várias estórias no ar por tantos meses, fazendo com que se cruzem e que cheguem a um final aceitável.
Hoje, como, fora do expediente laboral, vivo para estudar, não mais as assisto. Mas, tem um ou outro seriado da Warner que não me deixa em paz. Na verdade, tratam-se novelas com capítulos semanais. Justamente por serem semanais, existe o que eles chamam de “second chance”, que é a repetição do episódio da semana em outro dia e hora pré-determinado.
O que eu não perco hoje é o chamado Men in Trees, onde tem como personagem principal e narradora da estória a Marin Frist. Ela é uma escritora famosa sobre relações entre homens e mulheres, que vive dando palestras pelos Estados Unidos. Seu público é feminino. Ela ensina como segurar um homem, descreve como manter uma relação perfeita e duradoura. Só que, já no primeiro capítulo, ela descobriu que seu noivo a traía com sua agente e melhor amiga. Seu mundo desabou. Desde então, ela não pára de se questionar como é que ela podia achar que estava ensinando algo tão abstrato às mulheres, mostrando como reconhecer sinais, se ela mesma não conseguiu enxergar os sinais ao seu redor.
Os fatos saem da ficção para a realidade e a gente se vê o tempo todo achando que sabe das coisas, que se vira bem e não percebe que somos apenas mais um envolvidos na difícil missão de viver feliz.
Quanto ao seriado, acho fantástico o quanto ela percebe que a vida é tão mais fácil e sem regras do que ela pregava... o quanto homens são diferentes de mulheres... e, o melhor de tudo, acho massa a forma como ela aprende a aceitar isso e se encaixar melhor na sociedade, sem achar que homens não deveriam ser como são.
Publicado por:
O Proibido
Quarta-feira, Novembro 14, 2007
Homens e maçãs
Amigos e amigas, gostaria de compartilhar com vocês este belo texto que recebi de uma amiga. Como achei muito interessante, resolvi comentá-lo... e esta é a melhor parte: a vida como ela é hehehehehe...
O texto:
"As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores, as melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados.... Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar ... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore." (MACHADO DE ASSIS)
Meus comentários:
Adoro esses textos engraçados!!! Vejam como interpreto isso:
Pra começar, a mulher que se acha a melhor maçã, quase nunca o é... pelo menos na visão do homem. Mesmo que seja, de fato, ela acha que o homem deve sacrificar-se para alcançá-la, pois sempre se achará superior a todos... e acha que, se não houver sacrifício, não é "o cara", não é valente, como diz no texto.
Quem disse que pegar maçã podre é ruim? Só mulheres pensam assim... o homem quer é quantidade. Mesmo que seja mordendo apenas o pedaço bom de cada maçã podre e fácil, ele contará que comeu uma maçã e ponto.
Para finalizar, quero deixar claro uma coisa... mesmo a melhor maçã, aquela que fica no topo do topo, de tanto esperar pelo homem valente, um dia apodrecerá, como as demais... e logo estará lá no chão, caída, torcendo para que algum incauto a coma... mesmo que seja apenas uma mordidinha naquela parte boa que sobrou.
Finalizando...
O que quero mostrar é, simplesmente, que mulher sempre "se acha"... e que homem não procura "a mulher" no topo da macieira, pois pode ser um disfarce ou não ser tão "gostosa" assim. A mulher que o encantará não depende da casca e muito menos de onde ela se encontra na macieira... dependerá do seu conteúdo... porque o resto é apenas maçã que merece nada além de uma mordida.
Tenham todos um ótimo feriadão, porque só volto na segunda-feira.
Publicado por:
O Proibido
Quinta-feira, Novembro 01, 2007
Pessoas
Todos aqui sabem que eu sempre gostei muito de analisar o comportamento das pessoas. Acho interessante como uma pessoa julgada boa pode se tornar muito má por causa de algo que nem valia à pena... pior que isso é interpretar que esta mesma pessoa agiu de maneira má, quando, na verdade, estava fazendo apenas o que lhe restava fazer. Quantas vezes, quando estamos acuados, agimos como fera? Sempre. É nesse momento que a vida humana e urbana se transforma na lei da selva: se não mata, morre. E muitas vezes, por ter matado em função da própria sobrevivência, os de fora acham que foi por sacanagem. Odeio julgamentos cinfundados e incompletos!!!
Hoje, com o que tenho observado do comportamento das pessoas nos campos profissional, familiar, estudantil e pessoal, eu dividiria as pessoas em apenas dois grupos: as que fazem e as que inventam desculpas para não ter feito. Analisem ao seu redor se não é assim que acontece.
A pessoa medíocre está sempre atrasada... mas tem sempre uma desculpa que julga ser boa; ela acha que as regras foram feitas para serem burladas; se vangloriam quando passam alguém pra trás.
O parente medíocre está sempre pedindo favores, dinheiro, compreensão. Ele se acha sempre carente. Alega que não teve as mesmas oportunidades. Adora que sintam pena dele. Mas, tente precisar dele... estará sempre muito coupado... "agora não vai dar", é o que ele responde.
O estudante medíocre nunca tem tempo para fazer seus trabalhos de casa, suas pesquisas e exercícios... sempre lhe acontecem fatos inacreditáveis, que só mesmo ele para acreditar... e acaba pendurado no trabalho de outrem, sugando seus esforços.
No trabalho não é diferente: os trabalhadores medíocres acham que quando se determinam prazos, estão querendo controlar, cobrar, medir... e acabam investindo tempo em inventar um motivo que lhe parece real para justificar sua incompetência, sua irresponsabilidade. E raramente realizam algo... quando o fazem, o produto é de qualidade duvidável.
Convivemos com pessoas assim o tempo todo, a vida toda... e não tem como mudar isso, porque é questão de consciência. Como consciência é aquela coisa que cada um tem a sua e que, normalmente, funciona conforme sua conveniência, nunca haverá um acordo... e os medíocres continuarão se achando bons.
Melhor seria se o ser humano funcionasse por instinto, como os demais do reino animal.
Publicado por:
O Proibido